Estrangeiros que praticavam furtos em Florianópolis são presos preventivamente
Nesta quarta-feira (13), foram cumpridos mandados de prisão preventiva e realizadas prisões em flagrante contra estrangeiros em investigação da Polícia Civil de furtos a residências. Ao total foram presas cinco pessoas, sendo quatro do Chile e uma do Peru. Grupo foi investigado pela Polícia Civil, que requereu a prisão preventiva, deferida pela Justiça com a concordância do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
Três dos detidos tinham prisão preventiva decretada (um homem e uma mulher do Chile e um homem do Peru). Os mandados foram emitidos pela Justiça após a manifestação favorável do Ministério Público ao pedido feito pela Polícia Civil.
Na manifestação, o Promotor de Justiça Joubert Odebrecht considerou suficientes as provas de materialidade do delito, além de os estrangeiros supostamente estarem na capital catarinense exclusivamente para cometerem os crimes e com autorizações de permanência em território brasileiro prestes a vencer.
"Assim, evidente o periculum libertatis , para garantia da ordem pública e para aplicação da lei penal, pois caso permaneçam soltos, voltarão a praticar delitos como o ora em análise, bem como desaparecerão, retornando ao seu país de origem, impedindo a aplicação da lei penal brasileira", sustentou o Promotor de Justiça, titular da 24ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.
Dois chilenos foram autuados em flagrante. Os policiais da 10ª Delegacia de Polícia da Lagoa da Conceição e da Central de Investigações Leste e Sul (CILS) recuperaram algumas joias, dinheiro, bolsas de marcas, roupas, relógios e óculos.
Segundo o delegado João Loss, a investigação começou há cerca de 20 dias. "São integrantes de uma quadrilha e estavam sendo monitorados desde a semana passada. Agiam arrombando as casas com chaves e furtavam tudo o que viam pela frente, como joias, bolsas caras, objetos, e iam embora. Numa das casas levaram R$ 70 mil em produtos", afirma o delegado.
Os alvos estavam hospedados em dois hostels da Barra da Lagoa. As prisões foram no Morro da Lagoa e em um posto de combustíveis no Parque São Jorge, na Capital. Houve apoio de um agente da Polícia Federal, da Diretoria de Inteligência (DINI) da Secretaria de Segurança Pública e das Divisões de Investigação Criminal (DICs) de Palhoça e Tubarão.
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