Alexandre Carrinho Muniz lança obra sobre vítimas no Tribunal Penal Internacional
Publicação, lançada nesta quarta-feira (15/4) em evento na sede da ACMP, propõe uma reflexão humanizada sobre memória, dignidade e reparação no âmbito da justiça penal internacional.
Uma reflexão humanizada, para além da perspectiva jurídica tradicional, sobre temas como memória coletiva, rituais e a reconstrução de laços sociais no âmbito do Tribunal Penas Internacional (TPI). É o que propõe o livro “Memória e Reparação: Vítimas no Tribunal Penal Internacional”, de autoria do Promotor de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) Alexandre Carrinho Muniz. A obra foi lançada nesta quarta-feira (15/4), em evento na sede administrativa da Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP), na Casa do Barão, no Centro de Florianópolis.
Alexandre Carrinho Muniz destaca quais são os principais objetivos da publicação. “Memória e Reparação é um livro que chama a atenção para uma pergunta essencial: depois de crimes tão graves contra a humanidade, o que acontece com as vítimas? A obra mostra como o Tribunal Penal Internacional busca punir responsáveis por atrocidades, mas, sobretudo, discute se as vítimas realmente recebem proteção, participação e reparação”, ressalta.
O Promotor de Justiça do MPSC complementa. “É um livro sobre justiça, mas também sobre dignidade, memória e reconstrução. Embora trate de um tema jurídico, foi pensado para dialogar com todos que se interessam por direitos humanos e pelo valor da vida humana. É uma leitura atual, necessária e provocativa, que convida o leitor a refletir sobre como se constrói justiça em um mundo marcado por grandes violências”, enfatiza Alexandre Carrinho Muniz.
Com prefácio de Antonio Henrique Graciano Suxberger, o livro convida o leitor a pensar a justiça a partir da complexidade das vítimas. Ao abordar a restauração da dignidade, a obra reconhece que são necessárias respostas que considerem cultura, território, tradição, trauma e futuro.
Por meio da memória coletiva, da preservação da identidade e da reconstrução de laços sociais, a publicação leva o leitor a refletir sobre a atuação da justiça penal internacional nas dimensões culturais e simbólicas da reparação.
A obra já pode ser adquirida e está disponível no site da editora “Tirant Brasil”. Para mais informações sobre o livro, clique aqui.
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