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Depois de quase nove horas de julgamento, dois homens ligados a uma facção criminosa foram condenados pelo Tribunal do Júri em Joinville a 26 anos de reclusão em regime fechado e a pagamentos de multa pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O júri começou às 9 horas e seguiu até às 18 horas de terça-feira (3/3). 

"Ao longo da instrução do processo ficou plenamente demonstrado que os réus integravam uma facção criminosa e, por suspeitarem que as vítimas fossem simpatizantes da organização rival, decidiram executá-las e enterrar seus corpos na mata", sustentou o Promotor de Justiça Ricardo Paladino, que atuou no júri.

De acordo com a denúncia, Juliano Douglas Padilha e Rone Luan Cordeiro mataram dois adolescentes e esconderam os corpos atrás de um condomínio residencial em novembro de 2018. Os crimes ocorreram no bairro Jardim paraíso, na Zona Norte de Joinville.

Durante o julgamento, o defensor de Juliano tentou convencer os jurados que o réu tinha problemas mentais. O Promotor de Justiça sustentou, porém, que o acusado não apresentava nenhuma perturbação da saúde mental na época dos fatos e nem no decorrer do processo. Já a defesa de Rone requereu a improcedência integral da acusação alegando que o réu não havia cometido o crime.

O Promotor de Justiça Ricardo Paladino demonstrou durante o júri que as vítimas foram atraídas para a morte de forma dissimulada e depois enterradas em um matagal. Os adolescentes foram mortos a tiros. 

 O Tribunal do Júri foi presidido pelo Juiz Gustavo Henrique Aracheski; e na defesa atuaram a Advogada Nair Aline Tomaz e o Advogado Adilson Caetano Buzzi. 




Tribunal do Júri e o Ministério Público

Vídeo destaca o trabalho do MP no Tribunal do Júri. Nas sessões onde os jurados têm o poder de condenar ou não o réu, o Promotor de Justiça defende a vida.