MPSC oferece denúncia e pede prisão preventiva de homem que teria praticado estupro, roubo e ameaça a mulheres em Itapoá
Em Itapoá, no Litoral Norte catarinense, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou um homem por estupro, roubo e ameaça. O denunciado teria ameaçado de morte, roubado e estuprado duas vítimas e ameaçado uma terceira mulher. Os casos teriam ocorrido em dias diferentes de abril de 2022. A denúncia já foi recebida pela justiça.
O MPSC também requereu a conversão da prisão temporária do réu em preventiva e foi atendido pelo Poder Judiciário.
Conforme consta na denúncia da 1ª Promotoria de Justiça da cidade litorânea, no dia 23 de abril de 2022, próximo de 00h40, no bairro Itapema do Norte, em Itapoá, duas mulheres estavam entrando em seu veículo quando foram abordadas pelo acusado que se aproximou e anunciou o assalto.
Diante da ameaça de estar com uma faca, ele teria amarrado uma das mulheres, entrado no veículo e seguido com elas até a região central da cidade. Em seguida, teria amarrado a segunda vítima e roubado o celular dela.
Segundo relata a ação penal pública, com as duas mulheres em privação de liberdade, após consumar o roubo, no interior do veículo, o réu teria ameaçado uma das vítimas de morte, praticado atos libidinosos e estupro. Da mesma forma, ele supostamente ameaçou e estuprou a segunda mulher, que também estava amarrada dentro do carro.
Dois dias depois, em 25 de abril de 2022, próximo das 18h20, o acusado teria ameaçado uma terceira vítima. Consta na denúncia que ela estava conduzindo seu carro quando o denunciado anunciou o assalto, entrou no automóvel e, com a ameaça de que tinha uma faca, exigiu dinheiro e o celular da vítima.
Na ocasião, a mulher começou a chorar, o que teria resultado na desistência do homem em prosseguir com o roubo. Ele teria afirmado que a vítima não merecia ser roubada, então desceu do veículo e fugiu do local.
Na decisão da conversão da prisão temporária em preventiva, o Juízo da 2ª Vara da Comarca de Itapoá proferiu que a segregação cautelar é necessária para resguardar a ordem pública, diante da gravidade concreta das condutas, considerando a latente periculosidade pessoal do acusado, e da possibilidade de reiteração delitiva.
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