Mãe e filho são presos preventivamente a pedido do MPSC por envolvimento com tráfico de drogas
A 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Guaramirim requereu e a Justiça decretou a prisão preventiva de duas pessoas, mãe e filho, por suposto envolvimento com o tráfico de drogas na região do Vale do Itapocu. As prisões foram realizadas após o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) requerer medidas investigativas nas quais se apurou que os réus também faziam parte do suposto esquema criminoso familiar estabelecido pelo marido e pai.
Os dois foram presos preventivamente na terça-feira (4/6) pela Polícia Civil, após representação do MPSC. O chefe do grupo familiar, acusado de gerenciar o tráfico de cocaína no município de Schroeder, foi preso em 4 de abril e já teve sua prisão convertida em preventiva.
O Promotor de Justiça Wesley Silva, que responde pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Guaramirim, comentou que, "conforme as informações angariadas na fase investigativa, evidenciou-se que os crimes eram praticados, inclusive, no interior da residência dos acusados, tendo em vista a localização de significativa quantidade de cocaína e dinheiro em espécie no local, além de apetrechos usualmente utilizados na prática do tráfico de drogas".
Ele afirmou, ainda, que "a prisão preventiva dos réus se faz necessária, pois está suficientemente demonstrada a existência de risco na continuidade da prática delitiva pelos demais membros do grupo, além de evitar a destruição de elementos probatórios aptos a apontar a prática do crime".
Denúncia
O Ministério Público denunciou os três acusados por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme a peça acusatória, no dia 4 de abril, os denunciados teriam guardado e mantido a droga em uma casa no bairro Centro Norte, em Schroeder.
No local foram encontradas 33 porções de cocaína, totalizando 220,4g. O produto estava acondicionado em embalagens de plástico, supostamente prontas para o comércio.
Além da droga, havia uma balança de precisão, aproximadamente R$ 4 mil em espécie e dois aparelhos celulares que seriam utilizados no comércio ilegal. A denúncia já foi recebida pela Justiça, o que torna os denunciados réus em ação penal.
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