GAECO apoia operação "Cidade do Sol" do MPRN
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) prestou apoio à operação Cidade do Sol do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrada nesta terça-feira (19/12). O objetivo é combater a atuação de um grupo de pessoas que sistematicamente aplicava golpes em familiares de servidores públicos potiguares usando perfis falsos criados no aplicativo de mensagens WhatsApp. A operação Cidade do Sol cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Bahia, Paraná e Santa Catarina.
A ação apura o cometimento dos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, falsa atribuição de identidade e lavagem de dinheiro. A operação Cidade do Sol teve o apoio dos Ministérios Públicos e das Polícias Civil e Militar de São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná e Santa Catarina. Participaram da operação promotores de Justiça, servidores dos MPs, policiais militares e policiais civis.
Os mandados foram cumpridos nas cidades paulistas de São Vicente e Praia Grande; em Balsa Nova e Campo Mourão, ambas no Paraná; em São Desidério, na Bahia; e ainda em Florianópolis, capital de Santa Catarina, respectivamente. Na investigação, o MPRN trata cada um dos Estados como sendo um núcleo dos crimes cometidos.
Os estelionatários faziam uso do aplicativo de mensagem eletrônica para emprego do golpe conhecido como Falso Whatsapp. Os criminosos conseguiram obter as vantagens financeiras indevidas na medida em que conseguiam induzir familiares dos servidores públicos potiguares em erro ao se passarem simultaneamente por seus parentes.
O grupo agia quase sempre na seguinte dinâmica: primeiro, para ludibriar a família dos servidores públicos, os estelionatários obtinham, possivelmente na internet, fotografias das pessoas pelas quais pretendiam se passar; em sequência, com o uso da imagem conseguida, atrelaram-na a um falso perfil do aplicativo WhatsApp vinculado a terminal telefônico gerido pelos golpistas. A partir disso, faziam contatos com as vítimas para informá-las sobre a mudança de número do parente suposto e, na oportunidade, simulavam uma circunstância econômica desfavorável e urgente para vulnerar o familiar e justificar falsamente o pedido de auxílio financeiro.
Os golpes foram aplicados entre a segunda quinzena do mês de junho de 2021 até meados de julho do mesmo ano. O modo como o grupo agia e o lapso temporal entre os delitos, para o MPRN, sugere a possibilidade de conexão entre os núcleos estaduais.
Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e outros, 20, de busca e apreensão. O MPRN apura o envolvimento de outras pessoas com os golpes e a existência de outras vítimas do grupo investigado.
Fonte: Informações do MPRN
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