Promotora de Justiça recebe homenagem da ALESC por projeto que fortalece rede de proteção à infância
A Promotora de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina Nicole Lange de Almeida Pires recebeu uma homenagem da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC).
A mensagem de reconhecimento enaltece a criação do Projeto Ciranda, que visa garantir a proteção integral de crianças e adolescentes e reduzir violações de direitos na Comarca de Itá, no Oeste catarinense.
"É uma grande honra e satisfação o recebimento dessa homenagem da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Ela representa o reconhecimento da grandiosidade do Projeto Ciranda e do esforço do Ministério Público em fazer a diferença na comunidade de Itá e na vida das crianças e dos adolescentes", ressalta a Promotora de Justiça. No documento, o Presidente da ALESC, Deputado Estadual Julio Garcia, reforça que o projeto é "uma iniciativa inovadora e profundamente transformadora na área da proteção integral às crianças e adolescentes".
Além disso, afirma que a Promotora de Justiça "demonstrou visão humanista, espírito público e competência técnica na coordenação de um projeto que já apresenta resultados concretos".
A organização não governamental Olho Vivo foi responsável por enviar a sugestão de reconhecimento para o Presidente da ALESC.
Projeto Ciranda A iniciativa inovadora une informação, educação e práticas restaurativas para transformar a realidade da infância e juventude no município de Itá. A ideia é promover informação para crianças e adolescentes, capacitação de profissionais e uma conexão mais efetiva entre a rede de proteção.
O foco das atividades é a melhoria no atendimento de crianças e adolescentes acolhidos.
O projeto tem três frentes principais: realização de círculos de construção de paz - que promovem escuta, comunicação não violenta e fortalecimento de vínculos; palestras educativas sobre os direitos da infância e juventude; e uma história em quadrinhos com linguagem lúdica, protagonizada pelos personagens Super MP e Catarineca. Além disso, cada criança acolhida recebe uma carta personalizada, com linguagem acessível, explicando o andamento do seu processo e os próximos passos - uma forma direta de garantir o direito à informação. Para ter mais informações sobre o projeto, clique aqui.
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