MPSC, TCE e ACMP celebram termo aditivo para ampliar ações da campanha de combate à corrupção
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP) celebraram nesta terça-feira (5.6.2007) um termo aditivo de cooperação para ampliar as ações e as parcerias da campanha "O que você tem a ver com a corrupção?". O Instituto Rui Barbosa (IRB), uma associação civil que reúne todos os Tribunais de Contas do Brasil, e os Centros de Apoio Operacional do MPSC com atuação nas questões relacionadas à corrupção foram integrados à campanha. O evento ocorreu no auditório do 9º andar do MPSC, em Florianópolis.
Destinada, especialmente, a crianças e adolescentes, a campanha "O que você tem a ver com a Corrupção?" foi lançada no Estado em agosto de 2004. Desde então vem desenvolvendo uma série de ações de conscientização pelos municípios de Santa Catarina. O termo aditivo ao Termo de Cooperação 002/2007 tem como objetivo dar continuidade a esse trabalho e contribuir para as novas etapas da campanha. No mês passado, a Polícia Rodoviária Federal se tornou parceiro da campanha e está promovendo ações de conscientização nos postos de fiscalização nas rodovias.
O Procurador-Geral de Justiça, Gercino Gerson Gomes Neto, ressaltou, durante a solenidade, que o termo aditivo fortalece ainda mais o compromisso do Ministério Públicoparao combate à corrupção. "Essa campanha tem tudo a ver com o que estamos fazendo aqui e com o que fazemos no nosso cotidiano", destacou Gercino. Já o Presidente do Instituto Ruy Barbosa (IRB), Conselheiro Salomão Ribas Júnior, afirmou que a difusão da campanha encontrará eco nos Tribunais de Contas do País. "Há uma expectativa do que fazer para enfrentarmos esse terrível fenômeno da corrupção", ponderou o Conselheiro, que discorreu sobre o fenômeno da corrupção na solenidade.
Para o Presidente da Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP), Rui Carlos Kolb Schiefler, a campanha passa agora a ganhar alma, além de corpo. "Espero que a campanha mude a cultura das próximas gerações. Que no futuro desonestidade seja um ato de covardia", afirmou. O Presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Conselheiro José Carlos Pacheco, frisou que o termo aditivo significa uma etapa a mais na campanha de combate à corrupção. "É um passo que avançamos", afirmou.
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