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Foi condenado a 23 anos de prisão, nesta quinta-feira (2/11), Cleiton Stanck Silveira, o segundo dos denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em Tubarão pelas tentativas de homicídio de duas pessoas, uma delas testemunha de outro homicídio. O primeiro dos acusados a ser julgado pelo crime, Cristian Tomé Bratti, foi condenado a 25 anos de prisão no mês de janeiro deste ano. 

O crime ocorreu em maio de 2014, conforme relata a denúncia apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tubarão. O motivo do crime foi uma das vítimas, Suelen Luiz Cargnin, ter testemunhado o homicídio do irmão e reconhecido os autores, que integravam uma facção criminosa rival. 

Diante disso, os dois réus, acompanhados de um adolescente, armaram uma emboscada para as vítimas - a mulher e outro homem -, esperando que elas passassem de carro. Quando estavam passando por eles, efetuaram diversos disparos de arma de fogo, mas não tiveram sucesso em acertá-las. 

Cleiton, porém, além de errar os disparos contra as vítimas, acertou dois tiros na cabeça do próprio comparsa, que foi abandonado no local. Cristian só não morreu porque foi atendido a tempo pelos policiais chamados pelas vítimas da tentativa de homicídio, e foi julgado e condenado a 25 anos de prisão em janeiro deste ano. 

Já Cleiton foi julgado e penalizado nesta quinta-feira, com 23 anos de prisão. Ambos foram condenados, conforme sustentou nos dois julgamentos o Promotor de Justiça Diego Henrique Siqueira Ferreira, por duas tentativas de homicídio, qualificadas pelo motivo fútil e pela impossibilidade de defesa das vítimas, e pelo crime de corrupção de menores. 

A sentença é passível de recurso. (Ação penal n. 0006308-22.2016.8.24.0075) 


Rádio MPSC

Ouça o MPSC Notícias, com o Promotor de Justiça Diego Henrique Siqueira Ferreira, responsável pelo caso.

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